sábado, 10 de agosto de 2013

Seres Frustados 

Entre os desiguais nos inventamos iguais
Confiando as dolorosas penitencias
Sangrando com pena de ser habitual
Rezando pedindo mais violência 

Somos produtos de tudo que decompõe
Mazelas de nos mesmos sem escrúpulos
Cantando “aleluia” com aversão do inferno
Arquitetamos nossos convenientes pecados

E engodamos em meio a mesas de botequins
As luxúrias de amar o dinheiro como divindade
Desgraçamos-nos em representações recriadas
Pela moda de ser amável criatura diabólica

Rodrigo Szymanski

Um comentário:

Sayuri Okamoto disse...

na verdade o que for fútil, sem nexo, o que for a maior parte de vida um desperdício, é tudo perca de tempo, não aprendemos a dar valor o que realente importa...eu mesmo...

abraços