sábado, 18 de agosto de 2012

imanam imaginação


O passado sempre fronteira freqüenta
Escrevendo à máquina sem permissão
Limites inclinados que imanam imaginação
Assentado a margem de um abismo de realidade

Um semblante imaturo consumido pelo calendário
As horas se desandam em oração de exigências
Exigindo um futuro tão presente sem ousadia
Repetindo as peripécias aventureiras que já foram   

O relógio aponta a dor latente e covarde
A velhice caçoa dos dias que não foram sarau
Remetendo censuráveis por do sol de alentos helênico
Sempre-viçosa temperatura castigando o acaso sem caso

Rodrigo Szymanski
18/08/2012

Um comentário:

Boonlom Boolanawat disse...

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